Luigi afirma que mais importante que a pessoa que vai dirigir o clube é modelo de gestão.” Ele lembra que é uma tradição do Inter a indicação do presidente. “É um direito do Vitorio fazer isso e só quem pode responder é ele”, afirma.
Quando questionado sobre a reunião emergencial, convocada por Piffero para esta sexta-feira, Luigi disse que não participará do encontro porque embarcará hoje para a Suíça, onde vai definir questões de logísticas referentes ao Mundial de Clubes, que será disputado em Abu Dhabi.
Se Luigi opta por desconversar, Pedro Afattato mantém firme a posição de candidato. “Vamos esgotar as negociações antes de qualquer decisão. Ninguém será candidato por vontade própria. A Situação terá só um nome na eleição”, disse.
Oposição não deve apresentar candidato
Na Oposição, o Convergência Colorada deve anunciar nos próximos dias sua disposição de não concorrer na eleição para presidente. “Estamos fazendo a avaliação do impacto que representaria o lançamento de uma chapa. Afinal, seria a Oposição a uma direção vencedora”, defende Andreas Müller, um dos líderes do grupo.
Cláudio Bier, que concorreu na última eleição como Oposição a Piffero, confirmou que também está se retirando do processo. Ou seja, resta apaziguar apenas os grupos de Situação. Feito isso, unido, o Inter terá apenas um candidato.