Luigi terá outra preocupação: a reforma do estádio Beira-Rio para a Copa do Mundo de 2014. Fontes ligadas ao Inter dão conta de que o Inter só bancará toda a reforma, com custo superior a R$ 150 milhões, se contar com um parceiro, no caso uma empreiteira. Se isso não ocorrer, cumprirá o mínimo exigido pelo caderno de encargos da Fifa. Luigi afirma que o clube tem um programa, enviado para a Fifa há mais de um ano, para ser cumprido, e o fará.
Aod Cunha poderá ser confirmado oficialmente como executivo do clube ainda nesta semana, ele que já trabalha no Beira-Rio, mas ainda não assinou contrato.
Luigi não esconde que o Inter passará por mudanças na sua administração. Com exceção do futebol, os demais departamentos terão que cumprir o orçamento, ou seja, estarão engessados, sendo obrigados ainda a prestar contas mensalmente. No futebol, Luigi espera "errar menos, mesmo sabendo ser difícil". O futebol já está sendo comandado por Roberto Siegmann, um dos principais articuladores da candidatura de Luigi. Fernando Carvalho atuará como seu assessor.