Conforme Luigi, o Inter deixou de jogar o Gauchão no Beira-Rio exatamente para permitir a antecipação das condições de trabalho à construtora Andrade Gutierrez. “O estádio ia ser fechado no meio do ano. Nós invertemos para que, nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, eles pudessem adiantar bastante a obra. Desta forma poderíamos tavlez em outubro mandar alguns jogos no nosso estádio”, ponderou.
“A gente sabe que, por conta do episódio em Santa Maria, todas as liberações estão mais complexas”, reconheceu Luigi, mas sem deixar o problema postergar os planos de forma definitiva. “Estudamos a abertura das arquibancadas inferiores para o torcedor antes do fim do Brasileirão, mas sabemos que teremos de consultar os órgãos para obter as licenças necessárias.”
Ele também voltou a comentar a questão da urbanização no entorno do Beira-Rio. “Com relação ao calçamento, não existe impasse nenhum. Não está previsto no contrato com a construtora, que não tem responsabilidade nenhuma”, frisou Luigi. “Isso está sendo tratado por mim e, no momento adequado, encontraremos solução para esse assunto.”