“Não vamos mexer na comissão técnica. Faltam três meses para o fim do ano. Existe todo um trabalho que foi feito para que todos os treinamentos nos levassem a fazer uma campanha. Os últimos jogos foram ruins, mas a campanha, como um todo, não. Precisamos buscar força para ter um segundo turno melhor e condizente com o grupo do Inter”, avaliou Luigi.
Depois da Copa, o Inter venceu cinco jogos seguidos no Brasileiro e saiu da 8ª colocação para a segunda, mas, com a derrota para o Figueirense, de virada, no Beira-Rio, terminou o primeiro turno na terceira colocação com nove de diferença para o líder Cruzeiro e a três do Fluminense, quinto lugar e primeiro clube fora do G4. O dirigente, que também encerra sua passagem como presidente pelo clube em dezembro, confia que Abel Braga pode reverter à situação e voltar a apresentar bons resultados.
“Deixar acontecer o que aconteceu no segundo tempo, é muito forte. É uma coisa incompreensível. Sem dúvida, é natural que a torcida e que todos nós estejamos atônitos pelo que aconteceu. Precisamos reverter esse quadro”, disse. “O que preocupa é essa última sequência, temos consciência disso, e temos a necessidade de começar muito bem o segundo turno.”
Na temporada, já contando a derrota para os catarinenses, o Inter chegou a 50 jogos e conquistou o título do Gauchão. Com Abel Braga no comando, foram 30 vitórias, nove empates e 11 derrotas.