Luigi explicou ainda que o Beira-Rio poderá ficar fechado durante 15 ou 20 dias entre 2012 e 2013. "A data que isso irá acontecer será especificada em outro momento, quando a minuta for aprovada pelos conselheiros", afirmou.
Sem comentar a existência de um plano B caso o contrato seja reprovado, Luigi exaltou a maneira como Inter conduziu o processo que antecede as obras do Beira-Rio. "Contratamos uma empresa de advocacia de qualidade e outra companhia especializada em documentos desse gênero. Realizamos pelo menos 15 reuniões e confio no modelo adotado pelo Inter", disse.
"O Conselho sabe da responsabilidade que tem no dia 15 e acredito que os integrantes terão orgulho de ver o Beira-Rio remodelado. Temos uma localização ótima, com duas avenidas próximas ao estádio e que levam ao Centro da Capital", completou o presidente colorado.
Desistência e custo
Embora não tenha confirmado os valores da reforma do Beira-Rio, Giovanni Luigi garantiu que o Inter já sabe o valor que terá que desembolsar para compor a parceria. "O montante do nosso compromisso não muda, independente do custo da obra ter aumentado. A construtora terá o compromisso de locar as áreas destinadas a ela. Ela terá o compromisso de recuperar o dinheiro investido", assegurou o dirigente.
Inter e Andrade Gutierrez querem levar adiante a reforma do Beira-Rio. Essa é a garantia de Luigi. "Todos os contratos, inclusive os de casamento, têm cláusulas de saída. Isso é normal", resumiu. "A demora para a elaboração do contrato se justifica porque nós queremos apenas que tudo que foi acordado seja cumprido ao longo dos anos. Talvez as pessoas que hoje estão aqui, não estejam mais daqui a um certo tempo", completou.