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Luigi se coloca à disposição para reeleição no Inter

Presidente ainda busca consenso e diz estar pronto para concorrer no pleito que começa em novembro

Em coletiva, Giovanni Luigi colocou-se à disposição para concorrer à reeleição
Em coletiva, Giovanni Luigi colocou-se à disposição para concorrer à reeleição Foto : Fabiano do Amaral
O presidente do Inter, Giovanni Luigi, colocou-se à disposição para concorrer à reeleição, nesta segunda-feira. Em entrevista coletiva, ele afirmou que resolveu pendências profissionais e está habilitado a se candidatar. Luigi, contudo, afirmou que ainda busca uma união dos movimentos políticos colorados antes das eleições.

"Eu precisava vencer algumas questões de ordem profissional para colocar o nome à disposição", explicou Luigi, que trabalha como diretor de operações da Rodoviária de Porto Alegre. "Consegui resolver e agora estou pronto", definiu o dirigente.

Ele enfatizou que, apesar de estar pronto para enfrentar outros candidatos, vai procurar conversar com todos os que compõem o conselho colorado. "Nesse momento somos sete movimentos políticos, mas mais do que isso estamos nos dirigindo aos associados e torcedores, para que não só na candidatura, mas no plano de gestão a gente possa encontrar um denominador comum", analisou.

"Queremos estar juntos o máximo possível para enfrentar os desafios dos próximos anos", acrescentou Luigi. "Acredito em união do máximo possível de colorados em torno do nosso Internacional. Teremos grande desafio para 2014, com a Copa; e muitas coisas boas a serem feitas", projetou.

Com poucas chances de conseguir a vaga na Libertadores de 2013, o Inter viveu nesta segunda-feira um capítulo forte do processo eleitoral com o anúncio de Vitório Piffero como vice-presidente de futebol na chapa de Luiz Antonio Lopes, candidato à presidência do clube. Piffero reiterou a necessidade de uma comissão técnica adequada à grandeza do Colorado.

Luigi relatou, também, que poderá ceder lugar a outro nome de consenso que venha a surgir e atender às necessidades do Inter. "A questão de conversa não necessariamente coloca um nome. Para mim existe um plano de gestão, um compromisso de quem pretende estar aqui no ano que vem", frisou. "Se pudermos continuar conversando com outros movimentos políticos, em algo que possa pacificar e fazer uma inclusão maior de candidatos, estamos dispostos a apoiar."


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