A candidatura de Lopes foi fundamentada com os grupos União Colorada, Mais Inter e Inter Grande, mas o próprio postulante ao cargo de presidente se preocupou em deixar claro que o evento não se trata do lançamento de uma chapa. "Estamos apenas lançando um nome. O movimento estará aberto para que outras pessoas se apresentem para trabalhar. Essa é a nossa ideia. Na política, nada é irreversível e estamos prontos para concorrer. Vamos fazer 93 votos no Conselho e depois vamos para o pátio (eleição com sócios)", disse confiante. No Inter, a cláusula de barreira é de 87 para passar ao segundo turno.
Questionado sobre a possibilidade de contar com Vitorio Piffero no departamento de futebol, Lopes reiterou que a chapa não foi definida. "Está muito cedo para começarmos a falar sobre nomes. Se me perguntarem sobre o desejo, é claro que qualquer colorado gostaria de contar com o Piffero no futebol", argumentou.
O ex-presidente Vitorio Piffero tomou a palavra e afirmou apenas que irá participar de uma possível gestão. "A ideia é fazer parte do grupo. Como irei fazer, eu ainda não sei", resumiu.
Piffero revela ideias de futebol
Piffero esclareceu ainda algumas ideias dos movimentos que compõe a candidatura de Luiz Antonio Lopes. Ele citou os diversos problemas de lesão que o Inter enfrentou durante a temporada. "Nós tínhamos o Fábio Mahseredjian, que ficou por muito tempo no clube. Depois, o perdemos. E agora estamos vendo uma série de lesões, causadas talvez pelos diferentes estilos na preparação física", argumentou.
O ex-presidente do Inter afirmou que o desejo é formar uma comissão técnica permanente. "Queremos algo que seja do tamanho do clube e uma direção que entenda isso. Queremos pessoas que queiram trabalhar e compor um cenário vencedor", frisou.
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