“Conversei com o D’Alessandro. Ele disse para eu vir tranquilo. O futebol brasileiro é lindo, rápido. Vou me esforçar para que a adaptação seja a mais rápida possível. Conheço, além do D’Alessandro, jogadores que já atuaram aqui, como Scocco, Forlán e Guiñazu. Tomara que eu possa seguir os passos do D’Alessandro e do Guiñazu”, projetou.
Luque falou também sobre a comparação feita na Argentina de seu futebol com o de Cláudio Caniggia, ídolo do país vizinho nos anos 90. Ao ser questionado sobre o assunto, ele abriu um sorriso e não escondeu sua satisfação. “Caniggia foi um grande jogador. Um craque. Tomara que venha a se confirmar (a comparação)”, disse o atleta que vai vestir a camisa 18 do Inter.
Luque admitiu que conhece pouco do futebol brasileiro. O atacante, no entanto, afirmou que sabe da grandeza do Inter, mas que acompanhou os jogos do clube apenas em disputas de Libertadores da América. “Lá na Argentina não dá para ver os jogos do Campeonato Brasileiro. Mas conheço a história do clube. O Inter é muito respeitado na Argentina.Todos falam da grandeza do clube, afirmou.
Luque ressaltou que a velocidade é mesmo sua principal qualidade. Sobre os poucos gols – fez apenas dois no último Campeonato Argentino –, ele afirmou que sua característica é mais de criar jogadas. “Eu comecei jogando no meio-campo. Minha formação era na armação. Agora vinha jogando no ataque. Estou à disposição do treinador para jogar onde ele achar melhor”, encerrou.