O preferido, porém, ainda é Abel Braga. O técnico promete definir seu futuro até a próxima semana. A tendência é que permaneça no Fluminense, pelo qual foi campeão brasileiro com três rodadas de antecedência e vai disputar a Libertadores. A principal opção é Dunga, que não conta com a simpatia de Giovanni Luigi. Luxa entra no leque de opções.
"O Abel (Braga), o Muricy (Ramalho), o Tite e o Vanderlei estão no mesmo nível. Têm carreiras sólidas e sempre interessam ao Inter", confirma um dirigente ligado à direção reeleita. "A preferência é do Grêmio, obviamente. Acredito, inclusive, que haverá acerto. Mas se ele estiver disponível no mercado, vamos tentar conversar", continua o dirigente.
As mudanças, oficialmente, só começarão após a participação do Inter no Brasileirão. Até lá, os dirigentes tentarão manter a mobilização do grupo. Matematicamente, o clube ainda tem chances de brigar por uma vaga na Libertadores 2013.
Técnico quase veio em 2010
O interesse do Inter por Vanderlei Luxemburgo não é novo. No início de 2010, ele quase foi contratado por Fernando Carvalho. Na época, o ex-presidente não gostou dos planos do treinador, que pretendia sacar Índio e Guiñazu da equipe titular. Além disso, já na época, o treinador pediu R$ 1 milhão por mês de salários para ele e toda a sua comissão técnica. O valor foi considerado elevado demais pelo dirigente.
Carvalho, depois de uma conversa longa com Luxemburgo em São Paulo, desistiu de contratá-lo. Em seu lugar, trouxe Jorge Fossati, que acabara de conquistar o título da Copa Sul-Americana com a LDU, de Quito. Na época, os dirigentes admitiram que Fossati e toda a sua comissão técnica custavam menos de R$ 500 mil mensais.
Mas o uruguaio ficou apenas alguns meses e foi trocado por Celso Roth em plena Libertadores. Sob nova direção, e com Índio e Guiñazu como titulares, o Inter foi campeão da América.
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