Mas mesmo que permaneça no Beira-Rio, dificilmente voltará a vestir a camiseta do Inter. “Acho muito difícil. No Inter joga quem tem muita vontade. A camisa do Inter é vestida por jogadores onde comprometimento, dedicação e adrenalina não são qualidades são requisitos e princípios básicos”, ressaltou o dirigente, logo após a vitória sobre o Novo Hamburgo, pelo Gauchão.
A decisão do jogador incomodou não apenas dirigentes, mas também o técnico Clemer, que dirigiu o argentino na reta final do Brasileirão. “Não entendo como é que não tem adrenalina para jogar em um grande clube como o Inter. Joguei quase minha vida toda futebol e não tenho cara de trouxa. Entendo a posição de cada um, mas quando me botaram no time profissional, fui para fazer meu melhor, independentemente de quem estava lá”, afirmou o treinador.
Ao longo da semana, o presidente colorado, Giovanni Luigi, teve duas reuniões para tratar de propostas pelo atacante. Em nenhuma delas, porém, houve assinatura de contato. O Inter pretende recuperar o investimento de quase 7 milhões de dólares feito no jogador no ano passado.