Ainda assim, o técnico defendeu a punição a Jajá: “A posição da diretoria foi a mais correta possível. Ele tem que ter ideia de quanto prejudicou a equipe em todos esses momentos”. Treinando em separado no Centro de Treinamento de Alvorada, o meia ainda não tem prazo de retorno ao grupo principal.
Dorival lamentou a baixa, mas crê que é necessária: “É um problema sério não ter o Jajá neste momento. Agora por culpa única e exclusiva do atleta. O clube é penalizado? É, por uma irresponsabilidade muito grande. Para que lado a gente corre? Ele tem que ser punido como vem sendo punido”, argumentou. “Eu quero um grupo dentro de campo lutando pela camisa do Inter, que entrem com a obrigação de fazer o melhor em campo.”
Jajá foi punido depois que foi a uma festa com o atacante Jô, logo depois da eliminação da Libertadores para o Fluminense e a 72 horas da final do Gauchão, contra o Caxias. Ele havia estreado no Inter menos de dois meses antes e, desde então, participado de todas as partidas do time, ora como titular, ora como opção no banco de reservas.
Beira-Rio pode ser mais um desfalque
O clima sério deu lugar a um tom de brincadeira quando o técnico Dorival Júnior foi questionado sobre a possibilidade de interdição de jogos no Beira-Rio, pedida pelo Ministério Público nessa quinta-feira. “Será mais um desfalque”, sorriu o treinador, que já havia dito em outra ocasião que as obras no estádio poderiam afetar o time no Brasileirão, tirando o clima de “caldeirão”. “Espero que o bom senso prevaleça, se os engenheiros estão dando as garantias.”