Escurinho morreu vítima de complicações do diabetes e da doença renal crônica, que já estava em estágio terminal. Ele já havia tido parte da perna esquerda amputada em 2009 e parte da direita neste ano. Para ajudar no combate à doença, o Inter doou a bilheteria do filme "Nada vai nos separar", além de promover outras ações, como a deste mês, quando doou uma camiseta do clube e do Coritiba, onde Escurinho também, jogou, autografadas.
O jogador ficou marcado pela quantidade de partidas que decidiu para o Inter, inclusive muitos Gre-Nais, de uma maneira peculiar: começava no banco de um time cheio de craques, entrava no segundo tempo e marcava gol (ou gols) de cabeça. Ele participou de um dos lances mais antológicos da história do Beira-Rio:
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Filho falou com Escurinho ao meio-dia
Escurinho estava internado no Hospital de Clínicas desde abril. Nessa segunda-feira, ele havia recebido alta do Centro de Tratamento Intensivo e ido para o quarto. Ao meio-dia desta terça, o ex-jogador foi visitado pelo filho Cassios Machado.
“Ele estava confiante na melhora. Fui lá e conversei com ele hoje, mas mais tarde ligaram do hospital dizendo que teve complicações”, relatou Cassios.
O Inter publicou em seu site oficial uma nota de pesar pela morte de Escurinho. Até o rival Grêmio se manifestou em respeito ao ex-jogador, em postagem no Twitter do clube.