O dirigente acredita que a exigência deve ser feita sobre a forma de trabalhar. "A cobrança tem que ser em cima da nossa organização, do que a gente pode fazer diferente, e não em cima do jogador", projetou Siegmann.
Siegmann também poupou de críticas o técnico Paulo Roberto Falcão, que foi cobrado pela torcida por escalar o garoto Ricardo Goulart num momento complicado da partida. "É uma posição do Falcão. O Goulart entrou bem no jogo e poderia surpreender. Vem com muita velocidade de trás e estávamos envolvidos com a tentativa de ultrapassar a marcação", analisou o dirigente. "Eles estavam todos atrás da linha da bola", enfatizou. "Não dá para apontar esse fato ou outro como responsável pela desclassificação."
Substituições para recuperar o ímpeto
Para o vice-presidente de futebol colorado, as substituições foram feitas para tentar recuperar o ímpeto da equipe, que foi abalado com a virada do Peñarol. "O resultado não foi o que eu queria, nem pelo que lutei e planejei, nas a responsabilidade é nossa ", ponderou Siegmann. Ele acrescentou ainda que agora a equipe precisa olhar para frente e se preparar para vencer o Gauchão. "Vamos levantar a cabeça e encarar os novos desafios", convocou.
"Nós não vamos colocar toda a expectativa no Gauchão. Mas é óbvio que vamos com tudo para essa competição, após sermos eliminados da forma como foi", avaliou Siegmann. "Espero que a torcida compreenda para a gente remobilizar nossas forças. Não houve salto alto ou menosprezo ao adversário, a gente sabe que os jogos da Libertadores são assim."