O clube anunciou o fim da participação do jogador no seu grupo principal, mas Nilmar não assinou papéis nem recebeu os valores devidos, que estariam na casa de 7 milhões de euros. "Ele tem a receber um monte de dinheiro. Nada impede que os árabes rescindam o contrato, é um direito deles; mas não pode ser terminado assim", acrescentou o empresário.
Da Hora criticou "setores da imprensa" que colocaram o atacante perto do Inter ou do Corinthians e salientou que nada deverá avançar até ele seguir para o Catar. "Não sei se deram entrada em algum tipo de rescisão. Só se for iniciativa do time e isso só vou me informar quando a gente viajar para lá, dia 15", definiu.
No final do ano passado, o mesmo Al-Jaish não permitiu a saída do atacante franco-argelino Zahir Belounis até que ele assinasse um documento abrindo mão de valores. Antes de ser liberado para voltar à França, Belounis ameaçou fazer greve de fome e apelou até ao ex-jogador Zidane por meio de uma carta.
Este tipo de coação ocorre porque no Catar um trabalhador, de qualquer ramo de atividade, precisa da intervenção de um “patrocinador” para entrar, exercer suas atividades e também sair do país. No caso do futebol, são os clubes que exercem essa função.