D'Alessandro salientou que “está muito melhor” atualmente, mas que às vezes há o objetivo declarado de tirá-lo do jogo, como teria ocorrido no Acre, onde o Inter venceu o Rio Branco no meio da semana pela Copa do Brasil. “Eu sabia que mandaram me procurar e o objetivo dele (o jogador Testinha) era tirar o D'Alessandro. Parte da culpa é minha. Nos primeiros 15 minutos revezaram três jogadores na minha marcação”, citou.
“Não vou perguntar por que batem em mim. Futebol é assim, faz parte. Eu aguento, mas tem um limite”, explicou ele, que admitiu que “bate boca” com os rivais. “Mesmo que tu saiba alguma coisa, se um cara bate em ti, tu não vai reagir? Vai chegar em casa machucado? Eu, não”, acrescentou o camisa 10.
O argentino ponderou, porém, que está melhor, mas deixou claro que alguns fatos não deixa passar: “Eu vou pro pau, não tem problema nenhum, mas tomar um soco sem bola ou cuspir o cara, essas coisas eu não aguento”, disse. “Eu tenho um limite", acrescentou.