Aránguiz veio para o Inter em janeiro, por empréstimo. Pouco antes da Copa, com apoio do empresário Delcyr Sonda, o clube adquiriu os direitos federativos de jogador por cerca de 6 milhões de dólares, incluindo impostos e comissões. Se vendesse o jogador agora, clube e investidor teriam um lucro de quase 400% em poucos meses.
O plano do Gestifute provavelmente incluiriria a permanência de Aránguiz no Inter até o final do ano ou o seu repasse para o Porto, de Portugal, cumprindo um trajeto já realizado por outros jogadores. Anderson, ex-Grêmio, hoje no Manchester United, é um exemplo. Assim, o volante se valorizaria mais um pouco e garantiria o lucro dos investidores. “Está decidido que ele não vai ser vendido. Nem se houver a possibilidade de ele ficar até o final do ano”, finaliza Luigi.
Até o final de agosto, quando se encerra a janela de transferências, o clube deve vender um ou dois jogadores. Fabrício, Cláudio Winck e Otávio são opções.