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Nilton avisa: “Não será um jogo para cardíacos”

Volante cobra correção de erros para Inter eliminar Palmeiras na Copa do Brasil

Volante cobra correção de erros para Inter eliminar Palmeiras na Copa do Brasil
Volante cobra correção de erros para Inter eliminar Palmeiras na Copa do Brasil Foto : Mauro Schaefer
Vai ser um jogo emocionante e, por isso, não recomendável a pessoas com problemas no coração. Isso é o que o volante Nilton imagina para o confronto entre Inter e Palmeiras às 22h de quarta-feira, em São Paulo, que decide um semifinalista da Copa do Brasil. Após o empate em 1 a 1 no Beira-Rio, os colorados precisam de uma vitória simples ou empatar por pelo menos dois gols. Um novo 1 a 1 força os pênaltis, enquanto o 0 a 0 ou derrota, classifica os paulistas.

Projetando uma “guerra”, Nilton lembrou que o Inter já passou por outros “jogos do ano” na temporada, pela Libertadores, mas, passado o torneio continental, “agora mudou, agora a Copa do Brasil é o jogo do ano”. E o clima no Inter é de decisão: “Sabemos que tem muita coisa em jogo nesta partida. Para a gente poder ter um final de ano mais tranquilo, pela qualidade que temos e as condições de buscar algo mais”, afirmou.

A formação tática e a escalação eleitas por Argel ainda é desconhecida pelo grupo, conforme Nilton. Mas – defendeu o volante – independente de quem entrar em campo, a cobrança será a mesma: “Mesmo com desfalques, a responsabilidade seria igual”.

Erro zero e contra-ataque fatal

O que Argel havia dito após o 1 a 1 no Beira-Rio continua valendo: o Inter joga por uma bola contra o Palmeiras. E se a tática ainda não é conhecida do grupo, os jogadores já fazem sua ideia de jogo. “Temos que colocar na nossa cabeça que temos condições, não pode faltar aquela gana”, destacou Nilton.

A pressão pelo mau resultado em Porto Alegre não deve entrar em campo, alertou Nilton. “Temos que pensar que com um resultado simples a gente passa, pensar em não tomar gol, ter uma postura tática bem firme, bem consciente no que vai fazer”, disse. “Temos que minimizar os erros para tentar o contragolpe neles”, projetou ele, antes de concluir: “Não será um jogo para cardíacos”.