Um aparente clima de normalidade, apesar da periclitante situação na tabela de classificação, reina no hotel escolhido pelo Inter para viver seus últimos dias no Campeonato Brasileiro. A delegação colorada está hospedado no Windsor Excelsior, na Avenida Atlântica, coração de Copacabana, ponto nobre do Rio de Janeiro.
Neste sábado, no começo da tarde, após a movimentação comandada por Lisca em um centro de treinamento da Marinha, na Urca, a maioria dos jogadores recolheu-se. Alguns, porém, transitaram livremente pelo saguão do hotel, apesar do grande movimento de turistas.
É o caso do goleiro Danilo Fernandes, que investiu alguns minutos atendendo conversando com algumas senhoras, provavelmente sobre algum assunto alheio ao futebol. O centroavante Ariel e o lateral William caminharam pelas ruas Copacabana e voltaram para seus quartos com sacolas de supermercado.
Desfalques por motivos comportamentais
O Inter tem três defecções no Rio de Janeiro, todas por motivos comportamentais. Os laterais Geferson e Artur e o atacante Eduardo Sasha não mostraram a capacidade de reação que Lisca acha necessária para o atual momento do time no Campeonato Brasileiro e, por isso, ficaram em Porto Alegre.
Na real, nenhum deles inciaria o jogo. Sasha até poderia ser uma opção em caso de necessidade de reforço ofensivo, mas, além do abatimento mostrado nos últimos dias, ele passou a semana inteira reclamando de dores no pé.
Os laterais, porém, já estavam fora dos planos. Artur não joga desde que a crise acirrou-se. Geferson, porém, acabou substituído ainda no primeiro tempo do jogo contra o Cruzeiro, no estádio Beira-Rio. Estava tenso em campo.
O Inter segue concentrado no Rio de Janeiro até este domingo, quando enfrenta o Fluminense, na última rodada do Brasileirão. Para ainda sonhar com a permanência na primeira divisão, a equipe precisa vencer o time carioca - além de torcer por resultados paralelos.
No Rio, Inter concentra em clima de normalidade antes de encarar Fluminense
Colorado tem que vencer time carioca e torcer por resultados paralelos para seguir na Série A em 2017