O novo vice-presidente de futebol do Inter, Fernando Carvalho, e sua tropa de choque encontraram um vestiário abatido com jogadores sem foco e perdidos. Desde a segunda-feira, uma série de conversas, tanto do vice de futebol quanto do técnico Celso Roth, serviram para tentar alterar o panorama.
Uma vitória sobre a Chapecoense, na próxima segunda-feira, em Chapecó, pode completar o serviço, colocando fim a um jejum que já dura 11 rodadas do Brasileirão. “Todos os jogadores vão ter que nos ajudar a sair dessa situação. Já foram avisados por mim e também pelo Celso, que normalmente é enfático em suas colocações”, observa Carvalho.
O projeto da nova equipe titular também começa a aparecer. No treino dessa quarta-feira à tarde, Roth mostrou que deve optar por uma formação no 4-2-3-1 — muito semelhante à montada por ele no final da campanha que acabou obtendo o título da Libertadores em 2010.
Sem um lateral-direito de ofício, com exceção de Paulo Cézar, que não será mais utilizado, Roth teve de improvisar no setor. Primeiro, colocou o meia Ferrareis no lugar. Depois, experimentou o zagueiro Rak. Um deles deve jogar contra a Chapecoense. Até por isso, o Inter vai assinar o contrato de Ceará, que se recupera de uma lesão no Beira-Rio desde a semana passada.
Ordem no Inter é levantar autoestima
Roth esboçou novo time no esquema 4-2-3-1