Nessa terça-feira, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) se manifestou após a medida cautelar ajuizada pelo meia Oscar. O ministro Renato de Lacerda Paiva concedeu um prazo de cinco dias para que o São Paulo conteste a iniciativa que pede a suspesão da decisão do TRT paulista. Souza garantiu que o Inter fará todo o esforço para regularizar a situação do atleta. "Hoje, não se pode mais fazer o que São Paulo fez, que é trancar a carreira do jogador. A lei diz que uma cláusula penal precisa ser paga. O valor que nós calculamos é em torno de 4,5 milhões, considerando que seria o último ano do contrato. Se fosse a cláusula de saída do São Paulo, o preço ficaria em torno de 9 ou 10 milhões. Temos que apresentar argumentos e ponderações legais que conduzam a um preço razoável", esclareceu.
Para Souza, ainda não é possível dizer se Oscar poderá atuar no Gauchão e na Libertadores. "Esse é um capítulo tão complicado que não temos condições de pensar no futuro. Precisamos nos acertar com o São Paulo antes disso. Existem tantas possibilidades e o primeiro obstáculo a ser superado é o retorno da inscrição de Oscar junto à CBF", acrescentou.
"O nosso esforço interpretativo junto à FGF, CBF e Conmebol é de fazer com que Oscar volte a exercer a sua profissão. Entendemos que o nosso torcedor pensa na Libertadores por tudo que a competição representa, mas o nosso esforço precisa ser acolhido pela entidade sul-americana", disse Cravo de Souza.