O dirigente atribuiu a sequência de dois empates (o anterior contra o Novo Hamburgo) à estratégia defensiva dos técnicos adversários Julinho Camargo e Paulo Porto, que classificou como excepcionais, ao baixo desempenho do Colorado pelas laterais e ao condicionamento físico ainda abaixo da média em alguns jogadores do Inter.
Luigi evitou, no entanto, atribuir a um único jogador a derrota. Assim como Celso Roth, Luigi acredita que a pressão sobre o argentino Cavenaghi, por exemplo, não foi o único fator determinante para o empate. “Vários jogadores poderiam (ter finalizado). Me preocupo com o fato de a equipe não estar marcando, e não com ele”, ponderou.