No entendimento do dirigente, a nota do clube paulista “deve abalar moralmente” Oscar, que tentou sem sucesso no Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspender a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que revalidou o seu contrato com o São Paulo. “Essa forma de pressão, de conduzir o assunto, para mim, é totalmente fora de propósito”, acrescentou o presidente do Inter.
Luigi garantiu que, apesar do revés no TST, o Inter seguirá cuidando do caso na esfera jurídica. “O jogador já disse publicamente a forma que ele pensa e essa questão será decidida pela justiça”, afirmou ele, que disse não temer a possibilidade de não poder contar mais Oscar, desfalque há um mês por conta do imbróglio judicial. “Ele é um trabalhador brasileiro e portanto ele tem os seus direitos e pode exercer a sua profissão onde bem entender.”