A derrota do Inter, conforme o treinador, passou por lances de sorte do adversário. “Nós não fomos envolvidos. O primeiro gol foi um gol de placa. O segundo, errou o chute e deu sorte”, analisou, reconhecendo os méritos do time da Serra. “O Veranópolis jogou a vida. Por isso que nós tínhamos que ter matado o jogo”, apontou Roth, citando conclusões erradas de Leandro Damião e Tinga.
Ainda que o revés tenha complicado a classificação do Inter, a equipe foi elogiada por Roth, que viu o time melhor do que na partida contra o Juventude, na última quinta-feira: “O time teve volume, consistência, mas errou vários gols”. Ele salientou, contudo, que estava consciente dessa possibilidade. “Corríamos o risco, mas não podemos deixar de jogar”, destacou, lembrando que o grupo se prepara para a Libertadores. O revés, porém, acendeu a luz amarela no Beira-Rio: “Perder um jogo desses é um sinal que temos que mudar procedimento e principalmente a forma de chegarmos na frente de gol”. O técnico indicou que algo pode mudar: “Esses resultados e jogos assim são importantes. Eles mostram algumas coisas. Mas os detalhes são de economia interna e nós temos que resolver”.
Recordando de desfalques de jogadores como Rafael Sobis, Eduardo Sasha e Oscar, Roth assegurou que a partida não influenciará no desempenho frente ao Emelec, dia 16. “Libertadores é outra competição e motivação, completamente diferente.” Para a estreia no torneio continental, ele disse que está na expectativa de poder contar com Zé Roberto e Cavenaghi.