“Eles já estão sentindo a pressão. Hoje em dia, o presidente vai no vestiário deles. O técnico da equipe principal (Celso Roth) assiste os jogos e analisa os treinos. Não tem como não sentir e o componente emocional pesa. Mas futebol é assim. Eles tem que saber lidar com isso, ter responsabilidade e mostrar qualidade dentro de campo”, disse Siegmann.
Durante a entrevista, o dirigente minimizou a dificuldade da equipe colorada de segurar o resultado magro sobre o fraco Santa Cruz, dentro do estádio Beira-Rio. “Jogamos quase todo o segundo tempo com um homem a menos em campo, com uma arbitragem discutível. A partida valeu pela sequência de resultados positivos. O grupo precisava de tranquilidade para trabalhar. Espero que com essa sequência eles consigam trabalhar com mais calma.”
Questionado sobre a possibilidade dos recém-contratados Zé Roberto e Alex passarem a integrar a equipe B durante o Gauchão, Siegmann ponderou: “Isso depende do técnico. Mas faço uma ressalva que o time B não pode se transformar um depósito de jogadores. Assim como o grupo principal, o B tem que ter um grupo definido e disputar o Gauchão dentro dessa perspectiva. Mas isso não significa que os titulares estão sendo poupados. Eles estão trabalhando em dois turnos, concentrados. Foi assim no recesso para a Copa (em 2010) e é assim que vai ser”, finalizou.