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Para Siegmann, queda na Libertadores se refletiu no Gre-Nal

Vice-presidente justificou falhas do Inter por desgaste físico e psicológico

Para Siegmann, queda na Libertadores se reflete na derrota do Gre-Nal
Para Siegmann, queda na Libertadores se reflete na derrota do Gre-Nal Foto : Pedro Revillion
O vice-presidente de futebol do Inter, Roberto Siegmann, acredita que a diretoria e o técnico Paulo Roberto Falcão não conseguiram fazer o time superar a desclassificação da Libertadores frente ao Peñarol. O dirigente analisou que muitas das falhas vistas em campo na vitória do Grêmio, neste domingo, são explicadas pelo desgaste físico e psicológico do confronto anterior.

"A equipe e a torcida sofreram com uma expectativa muito grande que terminou na quarta", avaliou Siegmann. "Isso tirou o foco e o sonho que era ser tricampeão da Libertadores. Então, é óbvio que os jogadores estão abalados", justificou o dirigente. "Visivelmente, o nosso time estava sentido do ponto de vista físico e a partida de quarta exigiu muito, também, no lado psicológico.

Questionado sobre a aparente "passividade" de Falcão, ao sentar na casamata, sem dar instruções quando o time ficou atrás no placar, Siegmann contemporizou: "Se berrar na beira do gramado resolvesse alguma coisa, pegávamos alguns treinadores de várias equipes aí que seriam campeões de tudo", analisou. "É preciso analisar de outra ótica e gama de situações: dessa apatia, não é possível desconsiderar o que ocorreu no meio da semana", retomou o dirigente sobre o momento ruim do Colorado.

"Precisávamos reverter isso (derrota de quarta) em dois três dias, mas hoje veio esta outra paulada nas nossas expectativas e em tudo que a gente pretendia", lamentou Siegmann. "Não podemos de forma alguma persistir desta forma, encarreirar três decisões negativas", frisou o dirigente, antes de listar as correções táticas pelas quais acredita que o time deve passar.

"Temos que analisar a questão da nossa defesa tomando o ponto de vista as opções que já temos no grupo e inclusive nas categorias de base", salientou. "Levamos dois gols repetidos, de cobertura sobre a zaga em que a bola entrou", criticou o dirigente. "Além disso, em alguns momentos, há isolamento do nosso atacante principal e temos que corrigir isso", prosseguiu Siegmann.


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