A janela de transferências já está fechada e o Inter não corre mais risco de perder jogadores. No entanto, o presidente do clube, Vitorio Piffero, lamentou a "venda antecipada" de Alisson e Geferson por parte da imprensa e atribuiu a perda de sócios à "mentira coletiva" de jornalistas.
"Na realidade, o Alisson foi vendido pela imprensa, assim como o Geferson já tinha sido vendido pela imprensa em várias oportunidades. Setores do Inter ainda acreditam na imprensa e, por conta disso, eu sou questionado. Eu não posso entrar no ar para falar sobre cada mentira inventada", disse em entrevista à Rádio Guaíba nesta terça-feira. "O clube paga a conta por uma mentira coletiva. Estamos perdendo sócios por causa de notícias falsas", acrescentou.
Piffero comentou que a suposta atitude da imprensa leva o sócio a deixar o clube e deixa o torcedor angustiado com a possível saída de jogadores. "A imprensa, quando levanta um falso negócio, presta um desserviço ao futebol", argumentou. "Não sei se estavam de má-fé ou não, mas é uma mentira", completou.
Operação em Santa Catarina
Piffero garantiu que o Inter irá conversar com a Confederação Nacional de Árbitros (Conaf) após a derrota para o Avaí nesse domingo. O presidente colorado lamentou a atuação de Péricles Bassols e de Jean Pierre de Lima. "Eu falei depois do jogo para todas as rádios e disse que o Inter foi operado pela arbitragem. Foram dois erros absurdos. O primeiro lance foi de carteirinha. Depois, o árbitro alega lesão e não faz parada técnica para os jogadores. Mais tarde, entra o Jean Pierre, que estava apitando bem, mas foi infeliz ao marcar aquela penalidade do Paulão", declarou.
O mandatário colorado chegou a falar em discriminação com o Inter no Brasileirão por conta da marcação de pênalti. "É muito fácil marcar penalidades contra o Inter. Tem que anotar a favor. Quando acontecer, tem que marcar. Parece que existe um preconceito contra o clube", acrescentou.
Piffero atribui perda de sócios à "mentira coletiva" da imprensa
Presidente do Inter afirmou que Alisson e Geferson "foram vendidos" por jornalistas