O desejo de encontrar o Tricolor na finalíssima do Gauchão não foi escondida por Siegmann. "Estamos muito respeitosos com o Gauchão. Quero que o campeonato seja decidido entre os tradicionais rivais, com todo respeito aos outros adversários."
O dirigente explicou novamente que a extinção do Inter B pode ser classificada como uma "correção de rumo". "Quando tínhamos duas equipes, era possível perceber uma grande movimentação de jogadores, que alternavam partidas na equipe B e na principal. Isso confunde os atletas, até pelo temperamento dos dois treinadores (Celso Roth e Enderson Moreira). Não estou condenando o grupo reserva e nem estabelecendo demérito para ninguém. Apenas concentramos responsabilidades nas mãos de um técnico e nos pés de um plantel", justificou Siegmann.
Alecsandro no Beira-Rio
Sobre a possível saída de Alecsandro em uma negociação com o Atlético-MG, Siegmann foi taxativo: "Não existe nada sobre essa transferência. O Alecsandro está conosco, até porque nada foi tratado comigo. Eu só admito negociar jogadores quando a pessoa interessada pegar um avião e vir até Porto Alegre para falar com a diretoria. Muitos jogadores do Inter estão sendo negociados pela imprensa. Parece que estamos com meio time."