"Desembarquei no Aeroporto Salgado Filho, assinei contrato e voltei para o Paraguai, onde jogava. Retornei uma semana depois com festa no Aeroporto. Hoje, Porto Alegre é a minha segunda casa", confidencia o atleta.
A adaptação, segundo Guiñazu, foi perfeita. Tanto que um assunto é debatido na família: permanecer na Capital após o término da carreira. "Acredito que se parar de jogar no Inter, a chance de ficar em Porto Alegre é grande", projetou o volante.
No aniversário de 240 anos da Capital, Guiñazu é apenas um dos muitos estrangeiros que decidiram viver a rotina de Porto Alegre e se surpreenderam com o carinho dos porto-alegrenses.