Luigi lembrou que, logo após ser eleito como mandatário do Inter, destacou um grupo de pessoas para fazer um estudo do modelo escolhido para realizar as obras do Beira-Rio. "O que nós vamos apresentar ao Conselho Deliberativo nesta quarta são mais duas opções além do auto-financiamento", acrescentou. De acordo com o presidente colorado, o Inter ainda pode optar por aceitar um financiamento do BNDES de cerca de R$ 100 milhões, que já ofereceu uma linha de crédito com juros subsidiados.
A terceira via seria a contratação de uma construtora que irá bancar as obras do Beira-Rio. "Não teríamos nenhum custo e o clube continuaria arrecadando com sócios, camisetas e vendas de jogadores", lembrou. Luigi confirmou que o clube corre o risco de ser descredenciado como sede da Copa do Mundo.
Consciente da importância das reformas do Beira-Rio, Luigi salientou a importância de realizar reuniões com os Conselhos Consultivo, Deliberativo, Fiscal e de Administração. "Estudamos as diversas possibilidades e agora vamos levá-las a outros integrantes do clube. "A decisão que for tomada representará uma guinada na história do Inter. Eu entendi que deveria dividir isso porque é uma decisão de grande magnitude", explicou.
Fortunati se mantém otimista com as obras do Beira-rio
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, reiterou que o Beira-Rio permanece como sede da Copa do Mundo de 2014. "Tenho uma forte esperança de que os conselheiros do Inter irão encontrar a solução certa para que as obras do Gigante da Beira-Rio aconteçam. Essa é a posição da prefeitura", disse.
Fortunati garantiu que Porto Alegre não deixará de ser sede da Copa do Mundo caso o Inter opte por não dar continuidade às reformas do Beira-Rio. "A nossa opção é essa. As condições para que a Capital receba em 2013 a Copa das Confederações e o Mundial estão dadas. Se o Inter decidir de forma contrária, a prefeitura irá viabilizar uma segunda opção. Porto Alegre não pode ficar fora desse importante evento", avisou.