Barros lamentou não poder dar continuidade ao trabalho dele no clube. O dirigente, que fechou um ciclo de quatro anos, demonstrou estar contrariado por deixar seu posto no fim do ano. "Está terminando esse processo começado em 2009. Infelizmente, precisamos interromper o projeto, é uma decisão que não parte de mim. Aconteceu, é normal, mas entendo que o Botafogo tinha uma condição diferente da que tem hoje", disse.
Barros reconheceu que poderia dar continuidade ao trabalho na sequência do ano que vem, já que o Botafogo tem brigado pelas primeiras posições nas últimas edições do Campeonato Brasileiro, embora sem sucesso nas empreitadas por títulos e vaga na Libertadores. Apesar disso, ele vê o clube no caminho certo para conquistar tais objetivos:
"Acredito que poderíamos desenvolver um pouco mais, estávamos crescendo. Brigamos sempre lá em cima e lutamos pela Libertadores. Todos alimentavam até a chance de título e acredito que seja um processo devagar que estava sendo desenvolvido. O Botafogo está próximo disso e tenho certeza de que é o caminho certo", explicou.