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Prioridade do Inter é fugir do Z-4, diz Bisol

Vice de futebol falou ao CP na tarde de ontem, no CT Parque Gigante, sobre as perspectivas do Inter no segundo semestre

José Olavo Bisol, vice-presidente de futebol do Inter, afirmou que prioridade do time é sair do Z-4
José Olavo Bisol, vice-presidente de futebol do Inter, afirmou que prioridade do time é sair do Z-4 Foto : Ricardo Giusti

Enquanto vasculha o mercado em busca de reforços dentro do exíguo orçamento colorado, José Olavo Bisol também projeta a retomada da temporada dentro de campo. Os jogadores retornam neste sábado ao trabalho no CT Parque Gigante com uma prioridade: conquistar o máximo de pontos possível nos quatro primeiros jogos pelo Brasileirão para subir na tabela e ganhar tranquilidade para a disputa das copas, que começa a seguir. Em entrevista ao Correio do Povo ontem, o vice de futebol do Inter também falou sobre as dificuldades encontradas pelo clube no mercado e da certeza de que Roger Machado perderá algumas peças na janela.

“Parte do que planejamos para o primeiro semestre não deu certo, que é essa situação do Campeonato Brasileiro. Por isso, o nosso grande desafio, até por uma questão de calendário, é fazer a retomada no Brasileiro. E claro que não vamos deixar de estabelecer uma estratégia para o enfrentamento das Copas. Mas nós temos quatro jogos importantes antes, três deles em casa, para buscar a recuperação”, enfatizou o dirigente.

O Inter volta a campo no dia 12 de julho, no Beira-Rio, para enfrentar o Vitória. Depois, também joga contra o Ceará (casa), Santos (fora) e Vasco (casa). Somente depois, no dia 30 de julho, joga contra o Fluminense, pela Copa do Brasil. Os duelos contra o Flamengo ocorrem ainda mais tarde, nos dias 13 e 20 de agosto.

O objetivo de Bisol e seus companheiros de direção é entregar os reforços a Roger Machado bem antes dos jogos decisivos. “A nossa ideia é acelerar esse processo, porque os nossos desafios — os maiores desafios do ano — se apresentam agora no final de julho e agosto. Então, entendemos isso como necessidade imediata”, afirma.

O problema é a escassez de recursos. O Inter não tem dinheiro para investir e há várias posições carentes. "A gente precisa ser mais criativo, mais eficiente e ter mais convicção nas contratações", resigna-se o dirigente, sem outra alternativa.

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