Siegmman disse que "a torcida tem direito de vaiar. São sócios e torcedores que vieram em dia de chuva para ver o time e podem vaiar o resultado", disse. Ele só fez uma ressalva: "Durante o jogo é negativo, atrapalha o time".
Cavenaghi
O dirgente preferiu creditar ao azar empate sem gols do Inter com o São Luiz, na tarde deste sábado, pelo Gauchão. "O Cavenaghi teve inúmeras chances de gol, mas, infelizmente, não converteu. Isso acontece, às vezes, no futebol. Vamos torcer para que ele consiga, logo, descontar esse azar que esta fazendo parte dele", afirmou.
Questionado sobre o assédio do futebol europeu ao argentino, Siegmann rechaçou qualquer chance dele sair e disse que o Inter precisará ter opções para o ataque quando o Campeonato Brasileiro começar. "Não tem assédio sobre Cavenaghi. Ele chegou a ser cogitado na Itália, mas nenhum proposta concreta chegou até nós e ele segue no Inter. Até porque, temos o Brasileirão pela frente e precisamos de opção para a posição", disse.
O dirente ponderou que alguns jogadores, como D'Alessandro e Rafael Sobis, ainda precisam recuperar ritmo de jogo, já que estão voltando de lesão. "Mas na quarta-feira eu tenho certeza que tudo vai ser diferente", afirmou Siegmann já projetando o jogo contra o Jorge Wilstermann, válido pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores.