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"Quarta-feira tudo vai ser diferente", diz Siegmann

Vice de futebol do Inter rechaçou saída de Cavenaghi para a Itália

Quarta-feira tudo vai ser diferente, diz Siegmann
Quarta-feira tudo vai ser diferente, diz Siegmann Foto : Cristiano Estrela
Apesar da fraca atuação deste sábado e do empate sem gols com o São Luiz no Beira-Rio, o vice-presidente de futebol do Inter, Roberto Siegmann, minimizou as vaias da torcida e já projetou uma grande atuação contra o Jorge Wilstermann, pela Libertadores. "Quarta-feira tudo vai ser diferente", garantiu o dirigente.

Siegmman disse que  "a torcida tem direito de vaiar. São sócios e torcedores que vieram em dia de chuva para ver o time e podem vaiar o resultado", disse. Ele só fez uma ressalva: "Durante o jogo é negativo, atrapalha o time".

Cavenaghi

O dirgente preferiu creditar ao azar empate sem gols do Inter com o São Luiz, na tarde deste sábado, pelo Gauchão. "O Cavenaghi teve inúmeras chances de gol, mas, infelizmente, não converteu. Isso acontece, às vezes, no futebol. Vamos torcer para que ele consiga, logo, descontar esse azar que esta fazendo parte dele", afirmou.

Questionado sobre o assédio do futebol europeu ao argentino, Siegmann rechaçou qualquer chance dele sair e disse que o Inter precisará ter opções para o ataque quando o Campeonato Brasileiro começar. "Não tem assédio sobre Cavenaghi. Ele chegou a ser cogitado na Itália, mas nenhum proposta concreta chegou até nós e ele segue no Inter. Até porque, temos o Brasileirão pela frente e precisamos de opção para a posição", disse.

O dirente ponderou que alguns jogadores, como D'Alessandro e Rafael Sobis, ainda precisam recuperar ritmo de jogo, já que estão voltando de lesão. "Mas na quarta-feira eu tenho certeza que tudo vai ser diferente", afirmou Siegmann já projetando o jogo contra o Jorge Wilstermann, válido pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores.


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