O prazo definido, conforme Rebelo, é importante para que as estruturas possam passar pelos eventos-teste, antes do campeonato oficial. A situação mais avançada, segundo o governo, é a de São Paulo, pois o estádio do Corinthians está com mais de 80% das obras concluídas. “Os outros estão com prazo mais apertado, inclusive o de Cuiabá que está com 62% (das obras executadas)”, explicou o ministro.
“Temos condições de cumprir todos os prazos mas é preciso destacar que isso vai exigir ritmo maior das obras em relação ao ritmo do presente momento”, reforçou. Para Aldo Rebelo, o atraso pode provocar problemas enfrentados na Copa das Confederações, como dificuldades no acesso aos estádios e no funcionamento de equipamentos internos. Geralmente, os testes são feitos em um primeiro momento com jogos abertos para um público que represente um terço da capacidade do estádio, e, nas fases seguintes, com a metade da capacidade de ocupação.
Em audiência no Senado, o ministro do Esporte assegurou aos parlamentares que o governo tem um cálculo seguro para a previsão de entrega das obras e essa projeção está mantida. “Mas, se um estádio está construído a uma taxa de 3% das obras ao mês e esse percentual precisa de acréscimo significativo, isso acende um sinal amarelo.”