Fazer desembarcar os reforços que o Inter precisa para disputar o Campeonato Brasileiro do próximo ano com alguma chance de título já é uma tarefa complicada. Porém, ainda mais difícil é administrar os cerca de 25 jogadores que regressam de empréstimos a outros clubes. De todos esses, muito poucos têm reais chances de serem aproveitados. Porém, com todos o clube precisará continuar pagando salários até o final dos contratos. Outra alternativa é encontrar outro clube para eles jogarem.
A direção já fez as contas. O regresso de Seijas, Paulão, Anderson, Marquinhos e companhia representará um acréscimo de cerca de R$ 2,1 milhões somente com o pagamento de salários. A este valor, devem ser acrescidos todos os encargos e direitos trabalhistas. A conta passa fácil dos R$ 3 milhões mensais. “É difícil, pois é um número muito elevado de jogadores, que precisam, se não no Inter, atuar em outro lugar para dar seguimentos às carreiras”, explica o vice de futebol, Roberto Melo.
Além dos quatro já citados, que têm os maiores salários do grupo que regressa ao Inter, há outros vários: Alan Costa, Alan Ruschel, Alisson Farias, Andrigo, Anselmo, Arthur, Aylon, Eduardo, Fernando Bob, Geferson, Gustavo Ferrareis, Jacson, Mike, Marcinho e Valdívia (este volta somente em maio), entre outros. De todos, poucos são aqueles que receberão novas oportunidades com a camisa colorada. Por enquanto, o único que com certeza ficará no Beira-Rio em 2018 é o atacante Marcinho.
Os dirigentes ainda não definiram a estratégia para lidar com um número tão grande de jogadores em janeiro de 2018. A tendência é que sejam formados dois grupos: um trabalhará com o novo técnico do Inter no CT Parque Gigante, o outro, de forma separada em Alvorada.
Retorno de emprestados deve aumentar folha salarial do Inter
Com regressos de Seijas, Paulão, Anderson e Marquinhos, acréscimo chega perto dos R$ 2,1 milhões