Oscar classificou como ameaça a mensagem em uma secretária eletrônica recebida do ex-dirigente na época em que deixou o Morumbi, em litígio. Marco Aurélio, porém, não vê dessa forma: “Falei que ele deveria pensar bem, que o São Paulo é um clube bem estruturado e forte. Que não era legal sair dessa forma”, recordou. “Tudo o que falei é absolutamente verdade”, acrescentou, garantindo que deu todo apoio ao jogador enquanto ele esteve no clube. “Eu o aconselhei e repetiria tudo de novo.”
O ex-dirigente também reclamou do forte assédio que os clubes sofrem de empresários. “Eu sustento 50 jogadores, sabendo que quatro, cinco vão vingar. Se meus cinco melhores debandarem, então vamos fechar as categorias de base. Os empresários que façam clubes”, bradou.
TST deve se manifestar nesta quarta-feira sobre o caso
O imbróglio judicial envolvendo São Paulo, Oscar e Inter deve ter um novo capítulo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), nesta quarta-feira, em Brasília. O prazo que o ministro Renato de Lacerda Paiva havia dado ao clube paulista apresentar argumentos terminou no início da semana e agora ele deve julgar a medida cautelar movida por Oscar, que pede a suspensão da decisão que revalidou o contrato do jogador com o time do Morumbi.