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Sem motivo para festejar no Beira-Rio

Apesar do otimismo demonstrado pelo ministro do Esporte, obras ainda não estão aceleradas

Apesar do otimismo demonstrado pelo ministro do Esporte, obras do Beira-Rio ainda não estão aceleradas
Apesar do otimismo demonstrado pelo ministro do Esporte, obras do Beira-Rio ainda não estão aceleradas Foto : Fabiano do Amaral
Os dez meses de paralisação das obras até a assinatura do contrato com a Andrade Gutierrez, entre junho de 2011 e março deste ano, cobram seu preço agora. Apesar do empenho dos dirigentes e profissionais envolvidos, uma série de problemas emperra a aceleração da reforma do Beira-Rio, que deve ser entregue até 31 de dezembro de 2013. Por isso, quando faltam dois anos para a realização da Copa do Mundo, há escassos motivos para comemorações.

Em visita nesta terça-feira à Capital, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, manifestou mais uma vez confiança. Disse que as obras estão correndo dentro do cronograma, inclusive as do estádio colorado, e fez previsões otimistas quanto à conclusão. No entanto, admitiu que há uma espécie de resistência pública à Copa. “Admito que há um sentimento de desconfiança, de falta de otimismo sobre a capacidade do Brasil de fazer a Copa. Teremos muito trabalho, mas já fizemos coisas mais difíceis que construir estádios”, afirmou o ministro do Esporte.

Neste momento, apenas cerca de 200 operários tocam a reforma do Beira-Rio. A ideia é dobrar este número imediatamente e, no auge do processo, ter 1,5 mil profissionais.

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