O comandante vermelho jamais perdeu dentro do Beira-Rio como treinador. Nem agora, na sua nova passagem pelo clube, nem na antiga, quando trabalhou em 17 partidas do Campeonato Brasileiro de 1993. "Felizmente, nunca perdi no Beira-Rio. Isso é muito bom e quero continuar invicto. É muito bom ganhar, principalmente em casa. Isso dá confiança para trabalhar", confirma.
E o exemplo a ser seguido esta noite pode ser buscado na Libertadores de 1989. Nas oitavas de final, o Inter goleou o Peñarol por 6 a 2 no Beira-Rio. Depois, sacramentou vaga na quartas de final com uma nova vitória no Uruguai, por 2 a 1.
Ontem, Falcão inovou no treino. Além de testar o time numa formação ainda mais ofensiva, no esquema 4-3-3, deixou Oscar e Andrezinho no time reserva. Depois, na entrevista, disse tratar-se de uma outra alternativa, que possivelmente não seja usada contra o Peñarol. "O outro esquema (4-4-2) eu já sei o quanto rende. Tenho de testar outros", finaliza o treinador.
Em 1989 Inter goleou o Peñarol no Beira-Rio por 6 a 2. | Foto: Paulo Nunes / CP Memória
Peñarol treina pênaltis
Já o clube uruguaio treinou pênaltis durante o reconhecimento do gramado do Beira-Rio. Os que mais treinaram chutes foram o centroavante Olivera, o atacante Fábian Estoyanoff e o meia Alonso. Os outros dois batedores seriam Luis Aguiar e Antonio Pacheco, mas ambos não participaram da movimentação dessa terça-feira. Aguiar sentiu uma pubalgia e o capitão Pacheco deve ser poupado para o clássico uruguaio contra o Nacional, marcado para o fim de semana. Além desses problemas, o técnico Diego Aguirre ainda não sabe se mantém Matías Mier ou opta pela entrada de Estoyanoff. Ambos disputam com Nicolás Domingo uma vaga no ataque carbonero.