“Se realmente eu tiver oportunidade, Forlán e Rafael Moura ficar no banco vai ser um momento novo na minha vida”, definiu o atacante, de 23 anos. “Mas isso é opção do Fernandão, quem ele achar que tiver que jogar, vai jogar.”
A concorrência por uma vaga no ataque, porém, não afeta a amizade entre os atacantes. “É uma disputa sadia. Aqui todo mundo é amigo, tenta fazer o seu futebol da melhor maneira possível”, comentou ele, cuja média de gols é semelhante à do uruguaio e superior à de Rafael Moura.
“Foco no trabalho”
Ainda que as chances de Libertadores tenham diminuído nas duas últimas rodadas, Cassiano garantiu que não irá secar o São Paulo, último integrante do G4, na noite desta quinta-feira. “Não adianta ficar secando. Temos que focar no nosso trabalho”, afirmou ele, ainda esperançoso: “Todo mundo acha que é difícil, mas nada está entregue ainda”.
