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“Sensação foi de decisão justa”, diz advogado do Inter

Para Daniel Cravo, Palmeiras não levou provas convincentes para anular partida

Advogado do Inter Daniel Cravo durante julgamento no STJD
Advogado do Inter Daniel Cravo durante julgamento no STJD Foto : Ralff Santos / Estadão Conteúdo / CP
O advogado do Inter Daniel Cravo comemorou a decisão do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) de negar a anulação da vitória do time vermelho sobre o Palmeiras, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Por unanimidade, o tribunal rejeitou o pedido do clube palmeirense no início da tarde desta quinta-feira e manteve o resultado de 2 a 1 da partida.

“A sensação que fica é de decisão justa e trabalho feito”, destacou o advogado, acrescentando que a defesa do clube paulista não conseguiu comprovar a tese apresentada. “Foram três testemunhas que relataram o fato ocorrido da mesma fora (árbitros e delegado do jogo), em detrimento da inexistência de provas pelo Palmeiras”, comentou.

Cravo aproveitou para criticar a postura do Palmeiras em recorrer ao STJD para a realização de uma nova partida. “Nunca é bom quando um clube grande do Brasil está numa situação assim e tem que brigar no STJD por pontos”, disparou.

Árbitro Jean Pierre diz que "entregaria escudo" se decisão fosse outra

Ao final do julgamento, o gerente de futebol do Palmeiras, César Sampaio, conversou rapidamente com o quarto árbitro da partida entre os dois times, Jean Pierre Lima. “Não foi nada pessoal, nós já tínhamos avisado que íamos recorrer", disse o dirigente. "Se tivesse tido outro resultado hoje, posso dizer que entregaria meu escudo", retrucou o árbitro.

O Verdão tentou impugnar a partida, porque que entendeu que o gol de Barcos, com a mão, só foi anulado por causa de uma interferência externa. O clube alegou que o delegado da partida, Gerson Baluta, teria recebido informações de uma repórter de TV e repassado ao quarto árbitro.


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