Se a pena não fosse suspensa, Siegmann não teria acesso aos vestiários, nem poderia dar entrevistas ou assinar documentos. O dirigente, no máximo, poderia ir para alguma arquibancada ou camarote, como torcedor comum.
O vice-presidente fez fortes críticas a Chagas, inclusive insinuando que as decisões do juiz seriam baseadas no fato do pai dele ser gremista. O motivo da polêmica foi a decisão do árbitro em colocar as cobranças de penalidades no lado do Beira-Rio que também tinha torcedores do Grêmio.