• Se passarem, Grêmio e Inter se enfrentam nas quartas de final
• Vicente Martins evita falar em Gre-Nal e só pensa na Universidad Católica
"Não tem isso de pressão, tem que enfrentar, é assim na Libertadores", destacou o dirigente. "O Gre-Nal é clássico e tem suas peculiaridades, mas aí a gente cresce. Pode ser uma sequência de grandes jogos, mas vejo como um fato positivo, tem que enfrentar", enfatizou Siegmann.
O dirigente colorado mostrou contentamento com a definição do Peñarol como rival nas oitavas, apesar da tradição do clube uruguaio, campeão de cinco Libertadores. "Acertei a previsão, a minha preferência era o Peñarol", afirmou o vice-presidente, que já tinha confidenciado um misto de torcida e aposta, antes da definição dos confrontos, na noite desta quarta.
"A estrutura no Uruguai é melhor para o Inter e também mais fácil de organizar", destacou Siegmann. "Eles têm camisa e eu venho acompanhando alguns jogos. Mas não tem por que ter medo, tem que respeitar a tradição, mas tem que superar dificuldades", analisou o dirigente.
Siegmann acrescentou que na Libertadores não adianta "escolher" um adversário. "Tem é que passar por todos. Só tem dificuldades. Se fosse o Jaguares, seria duro, pois até já perdemos para eles e a viagem é longa, por exemplo", argumentou o vice-presidente.
O dirigente colorado disse que não teve a oportunidade de conversar com o técnico Paulo Roberto Falcão durante a noite, mas que acredita que ele está pronto para superar a pressão de qualquer desafio, até mesmo de uma sequência de Gre-Nais. "Vou falar com ele amanhã sobre isso, mas nossa preocupação imediata é agora, no domingo, contra o Juventude."
Confira os cruzamentos das oitavas de final: