Com a voz abatida, o dirigente disse ter ficado surpreso com a eliminação. "Estou decepcionado com o resultado. Cinco minutos foram sufucientes para reveter toda uma expectativa grande que havia em função da Libertadores. Mas eu disse desde o começo do ano que Libertadores não era moleza, a prova veio com os resultados também do Cruzeiro e do Fluminense", analisou o dirigente que garantiu ainda que não teve "salto alto" no time de Falcão. "Sabíamos que o resultado em Montevidéu era confortável, mas em nenhum momento deixamos de ter humildade e dedicação."
Sobre a polêmica substituição de Oscar por Ricardo Goulart, Siegmann defendeu Falcão. "Nós estávamos com resultado adverso em campo e enfrentando uma equipe que queria segurar o resultado. O Ricardo vinha apresentando, nos treinos e partidas que atuou, muita velocidade e chute preciso. Precisávamos de velocidade. A opção não deu certo, mas é fácil comentar depois do resultado", afirmou.
Contratações
Ainda que não revele nomes, Siegmann sinalizou para a possibilidade de contratação de um zagueiro e de um atacante. “Temos outro tipo de campeonato pela frente agora. Uma competição longa em que um ponto perdido no começo vai fazer falta lá no final”, disse o dirigente, referindo-se ao Brasileirão que começa dia 21.