Para justificar a escolha, Luigi explicou que o Brasil está acostumado a exportar e a revelar grandes jogadores. O mesmo, porém, não acontece com técnicos. "Neste momento, o futebol brasileiro é carente de treinadores", acrescentou.
Luigi lembrou que a diretoria colorada analisou o contexto para decidir pela demissão de Dorival Júnior. "Os dirigentes são torcedores que estão dentro do vestiário e acompanham a rotina da equipe. Em alguns momentos, tu jogas bem, mas o resultado não vem. Analisando tudo isso, tomamos essa decisão. Vimos que alguns resultados poderiam ser melhores. Nós entendemos que o grupo poderia render muito mais do que estava rendendo", argumentou.
O mandatário colorado negou a existência de problemas dentro do vestiário e afirmou que a questão D'Alessandro será tratada internamente. "O vestiário tem uma harmonia muito grande e os jogadores são do mais alto nível. Era o momento de dar uma mexida, para que a equipe pudesse ter um rendimento ainda melhor e dar um salto com essa iniciativa", ponderou Luigi.
O dirigente minimizou a suspensão de D'Alessandro e lembrou da entrega do jogador dentro de campo. "Ele se entrega dentro de campo. Se alguém puder analisar novamente a partida anterior, pode ver que ele é determinado. Existe uma questão do ímpeto, da natureza da pessoa. Isso acaba fazendo com que o jogador tome uma atitude que causa prejuízo ao time."