"A possibilidade é o Breno. Conversamos com ele e vamos tratar, na sexta, com o Bayer de Munique e ver se eles nos liberam. Ele é taticamente importante para o grupo", destacou o empresário. O técnico Paulo Roberto Falcão teria requisitado o atleta.
O presidente Giovanni Luigi, no entanto, mostrou menos entusiasmo na concretização do negócio. "Aproveitei que estive aqui em São Paulo e conversei com o Sonda, mas é um negócio bastante difícil", analisou o dirigente. "Eu não sei se ele investiria, o Sonda me disse que não colocaria dinheiro", relatou, lembrando das condições limitadas do clube para pagar uma rescisão.
Sonda salientou que ainda busca no mercado outras peças para o Inter, mas que não tem nada para curto prazo. "Se for olhar, atacantes são difíceis e todo mundo está buscando, os salários são muito altos", definiu o empresário. "Nilmar, por exemplo, é uma fortuna, até pela idade. E equatorianos e colombianos não dão certo no Brasil."
O cuidado de Sonda se reflete na recomendação do vice-presidente colorado, Roberto Siegmann: "Não teremos condições financeiras de arcar com contratações erradas", frisou o dirigente. "Precisamos de reforços pontuais. De uma ou duas posições que apresentamos carência."