“Percebi que não havia condições para fazer o que devia ser feito. O Inter carece de uma reengenharia no futebol. E isso vai impactar em pessoas, estrutura e uma série de coisas. Avaliei bem e entendi que faria melhor sair do clube”, comentou o dirigente.
O clima no clube também foi um dos fatores para a sua saída. “Há uma guerra política já estabelecida. É um ambiente tenso e oportunista. Um exemplo foi a reunião polêmica que marcaram uma semana antes do final do Brasileirão (em referência à discussão no Conselho Deliberativo). Achei uma coisa de última”, observou.
“O meu grupo (Coração Colorado) estava preocupado com o fato de sair do futebol ficasse imputado a nós o insucesso da temporada. Falei com o presidente hoje e me coloquei inteiramente à disposição. A decisão foi apresentada em caráter irrevogável”, acrescentou Souto de Moura, que informou que lançará um blog chamado Primeira Página.