“Ninguém ligou para o Tite. Quero deixar isso bem claro. Quando um treinador não trata pessoalmente dos seus interesses, deixa por conta de agentes, essas coisas acontecem. Isso não interessa ao Internacional, talvez interesse ao empresário que promove e administra a carreira de um ou outro treinador. Algumas vezes o interesse nem é no Inter, mas até numa negociação de contrato do treinador com o clube atual”, declarou à rádio Guaíba.
Souto de Moura engrossou o discurso do presidente Giovanni Luigi e garantiu que a direção não pensa em troca no comando da equipe.
“Não corre risco (Dunga de cair) porque nós já definimos isso. Essa é uma questão que quando tem um trabalho que não está sendo bom, se vê durante a semana e o reflexo disso nos jogos. Não é o caso agora. Nós sabemos que o trabalho é qualificado. Entendemos que é só dar a devida segurança ao grupo e ao treinador para que eles achem soluções e resolvam o problema”, afirmou o dirigente, que completou:
“Tem gente dizendo que tem pressão de fora para que se faça alterações profundas. Pressão externa não vai trazer nenhuma modificação interna. Nós somos um conjunto de quatro dirigentes, mais o presidente (Luigi) e o diretor-executivo (Chumbinho) . Nós seis temos avaliações e vamos suportar qualquer pressão, mesmo a vinda do torcedor”, concluiu.