É consenso entre os integrantes da comissão técnica que a ausência de D'Alessandro - expulso na estreia do clube na Copa do Brasil, contra o Rio Branco - faz todo o time decair tecnicamente.
O argentino, afinal, centraliza a armação das jogadas, apresenta-se para o jogo, sendo uma opção permanente de passe, e dá o ritmo para a equipe. Não por coincidência, em 2013, o aproveitamento do Inter com D'Alessandro em campo é maor do que o dobro do que quando ele está fora.
Três alternativas
Em tese, o técnico tem três alternativas para (tentar) suprir a falta do titular. A principal e mais lógica é escalar Vitor Júnior, que normalmente entra quando D'Alessandro precisa ser poupado no final de algum jogo. Outra opção é Otavinho. O meia de 18 anos começou a temporada mal fisicamente, mas depois de uma conversa com Dunga, evoluiu. Hoje, é tratado como jogador de futuro venturoso no Beira-Rio.
Uma terceira e mais remota alternativa seria deslocar Caio do ataque para o meio. Em outros clubes pelos quais passou, ele já fez a função. "É claro que o D'Alessandro faz falta, mas futebol é coletivo. Vamos ter de conviver com esta falta", analisa Leandro Damião.