Vestindo camiseta polo do próprio Inter, Loss não se constrangeu com as gravatas ostentadas por seus colegas Jupp Heynckeys, do Bayern de Munique, e Allegri Massimiliano, do Milan. Os dois treinadores não demonstraram conhecimento sobre o Inter. Quando perguntados, foram evasivos. “O Inter tem um time forte fisicamente. Assisti a alguns jogos pela TV. Para mim, não seria surpresa se o Inter fosse o campeão da Copa Audi. A condição física do Inter está muito melhor que a nossa. Eles têm ritmo, algo que não temos”, disse Massimiliano.
Tanto ele com Heynckeys confundiram o nome do Inter uma série de vezes. Na verdade, ao longo da entrevistas, eles chamaram o representante brasileiro muito mais de “Porto Alegre” do que de Inter.
Mais cedo, longe das câmeras e microfones de jornalistas do mundo todo, Loss falou da emoção de comandar o time em uma competição com tamanha visibilidade internacional. "É uma concretização de uma vida minha dedicada ao Internacional e que está sendo representada por uma competição desta magnitude. Já demos uma mostra em 2006 (no Mundial de Clubes, quando venceu o Barcelona) que não há equipe invencível. Lá os jogadores acreditaram e venceram. Vamos tentar implantar esta ideia de novo", disse.
Com informações da Agência Estado