Taison ficará livre no mercado no final deste mês, quando o seu contrato com o PAOK, da Grécia, se encerra. Aos 37 anos, ele não esconde a intenção de voltar a vestir a camisa colorada, mas, neste momento, a possibilidade de isso acontecer é pequena e depende um acerto improvável. Na avaliação dos dirigentes do Inter, apesar das qualidades do jogador, ele não se encaixa no atual grupo colorado.
"Eu nunca falaria não ao Internacional, porque eu tenho um carinho pelo clube, pelos torcedores, por todas as pessoas que gostam do meu trabalho. Mas não pode ser só eu também querer voltar, as pessoas têm que me querer", afirmou Taison, em entrevista ao ge, na semana passada.
Taison é formado na base colorada. Ele acabou sendo vendido ao Metalist, da Ucrânia, em 2010, após ajudar o Inter a conquistar o bicampeonato da Libertadores. Depois, foi para o Shakhtar Donetsk, onde ficou até 2021, quando voltou ao Brasil para uma segunda passagem pelo Beira-Rio. Ele ficou até o início de 2023, antes do final do seu contrato, quando foi comunicado de que não estava mais nos planos. Acabou indo para o PAOK.
Antes de viajar, ele participou de uma entrevista na qual criticou o presidente Alessandro Barcellos pela forma como foi dispensado pelo Inter. Por outro lado, Taison tem boa relação com D'Alessandro, que hoje é o diretor técnico do clube, desde o tempo em que jogaram juntos.
O clube grego deseja a permanência do atacante e acena com um novo contrato. De acordo com Taison, os dirigentes do PAOK já solicitaram o seu retorno à Europa, que ele está adiando à espera de um contato do Inter. O prazo, porém, está no final.