O dirigente não deixou bem claro o que irá fazer depois do revés. Entretanto, salientou: “A instabilidade não me agrada”. Para ele, a distância de nove pontos para o Atlético-MG é fator que vai ser cobrado: “Nós estamos nos distanciando do líder, o Inter que está buscando esse título não pode ficar com essa pontuação elástica para o líder”, afirmou. “Temos que tomar medidas mais drásticas para sacudir o nosso vestiário.”
Questionado se a medida drástica seria a demissão de Dorival, o dirigente não confirmou: “Sacudir no sentido de conversar, de ter uma aproximação ainda melhor com a nossa comissão técnica”.
O que ele deixou claro e frisou é que haverá ações: “O Inter e sua direção tem total convicção das ações que vai tomar”, salientou. “Sabemos que não podemos demorar para tomar decisões, mas vamos trabalhar essa semana”, afirmou. “Vamos conversar com a comissão técnica e ver o que é melhor para o Inter.”